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A Batalha de Estrela, Gás e Poeira na Nebulosa Carina

A imagem acima mostra o caos na Nebulosa Carina onde estrelas massivas estão se formando e morrendo. A imagem, é na verdade um detalhe de uma porção da famosa nebulosa, que é uma combinação da luz emitida pelo hidrogênio (mostrado em vermelho na imagem), e o oxigênio (mostrado em azul na imagem). As complexas feições e os nós de poeira escura são esculpidos pelos ventos e pela radiação das estrelas massivas e energéticas da Carina. Uma feição conhecida da Nebulosa Carina é a faixa de poeira escura em forma de V que aparece na parte superior da imagem. A Nebulosa Carina se espalha por cerca de 200 anos-luz, e localiza-se a cerca de 7500 anos-luz de distância da Terra, e pode ser vista com binóculos na direção da constelação Carina. Em um bilhão de anos depois que a poeira baixar, ou ser destruída e o gás se dissipar, ou gravitacionalmente se condensar, só restarão as estrelas, e a depender dos acontecimentos, talvez as mais brilhantes e massivas também não existam mais, pois já podem ter explodido em supernova, por isso essa é uma das regiões mais intrigantes e mais estudada pelos astrônomos.

Fonte:

https://apod.nasa.gov/apod/ap170815.html

Sérgio Sacani

Formado em geofísica pelo IAG da USP, mestre em engenharia do petróleo pela UNICAMP e doutor em geociências pela UNICAMP. Sérgio está à frente do Space Today, o maior canal de notícias sobre astronomia do Brasil.

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