Visão Clássica Da Lua Ajuda A Entender o Satélite Como Um Todo

Por que não basta para nós observarmos a Lua através de imagens enviadas pela frota de sondas que vasculham nosso satélite natural e precisamos observá-la por meio de nossos telescópios? Quando apontamos um telescópio para Lua, o que se revela na ocular é um mundo por inteiro, ou seja, não estamos olhando somente uma pequena porção da Lua, mas sim observando-a por completo. A foto acima da Lua, foi feita com o satélite quase na sua fase quarto crescente e mostra a Lua de polo a polo nos dando uma visão de todos os tipos de terrenos existentes no satélite natural da Terra. Crateras, crateras em terras altas, cadeias se curvando através dos mares, o imenso anel de bacia montanhoso Altai, Atlas, Posidonius, Taruntius, Theophilus, a canalizada Janssen, a escura Petavius, 8 bacias, raios e cadeias gigantes de crateras secundárias, além de muitos outros sinais maravilhosos. Por isso que além da contribuição importantíssima das sondas com imagens de alta resolução, sempre é bom observar a Lua por telescópios na Terra, para se ter uma visão geral do nosso satélite.

Fonte:

https://lpod.wikispaces.com/October+4%2C+2011

Sérgio Sacani

Sérgio Sacani

Formado em geofísica pelo IAG da USP, mestre em engenharia do petróleo pela UNICAMP e doutor em geociências pela UNICAMP. Sérgio está à frente do Space Today, o maior canal de notícias sobre astronomia do Brasil.

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