O Pouco Conhecido E Difícil de Ser Observado Hase Rille na Lua

LPOD-Oct22-13


observatory_1501053Mencionar um rille, olhando a imagem acima e a região que ela representa, pode fazer os observadores pensarem do evidente Funerius Rille que corta o material ejetado da Nectaris e que parcialmente preenche o assoalho dessa cratera.

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Mas, existe outro rille denominado nessa área. Um muito mais difícil de ser observado, e que pode ser visto na parte inferior direita da imagem principal desse post. Esse é o Hase Rille, é um vale raso com paredes paralelas que se estende por mais de 257 km como listado pela IAU (imagem acima).

Em direção ao limbo ele pula o desnível (chamado de em echelon) e continua claramente por mais 45 quilômetros, e talvez por todo o caminho pelo assoalho da Marinus. Mais estranhamente, na parte terminal oposta, ele vira e se conecta com a borda bem incomum e brilhante no anel da Cratera Petavius.

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A parte principal do rille é radial à Bacia Nectaris e deve estar relacionado com a sua formação. A parte que vira em direção a Petavius pode ser onde o campo de tensão radial da bacia é de alguma forma capturado pela tensão associada com a Cratera Petavius.

hase_rille_03


Fonte:

http://lpod.wikispaces.com/October+22%2C+2013

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Sérgio Sacani

Sérgio Sacani

Formado em geofísica pelo IAG da USP, mestre em engenharia do petróleo pela UNICAMP e doutor em geociências pela UNICAMP. Sérgio está à frente do Space Today, o maior canal de notícias sobre astronomia do Brasil.

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