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M1: A Nebulosa do Caranguejo Fotografada Pelo Hubble

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Essa é a bagunça que é deixada para trás depois que uma estrela explode. A Nebulosa do Caranguejo, o resultado de uma supernova observada no ano de 1054, é preenchida com misteriosos filamentos. Os filamentos não são somente muito complexos, mas parecem ter menos massa do que foi expelida na supernova original, e uma velocidade maior do que a esperada para uma explosão como essa. A imagem acima, feita pelo Telescópio Espacial Hubble, é apresentada em três cores, escolhidas de acordo com um interesse científico específico. A Nebulosa do Caranguejo se espalha por cerca de 10 anos-luz. No centro da nebulosa existe um pulsar: uma estrela de nêutrons tão massiva quanto o Sol, mas com o tamanho de uma pequena cidade. O Pulsar do Caranguejo, gira 30 vezes por segundo.

Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap150816.html

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Sérgio Sacani

Formado em geofísica pelo IAG da USP, mestre em engenharia do petróleo pela UNICAMP e doutor em geociências pela UNICAMP. Sérgio está à frente do Space Today, o maior canal de notícias sobre astronomia do Brasil.

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