Conjuntos de Crateras Secundárias Identificados na Superfície de Mercúrio


A parede leste dessa cratera de impacto parcialmente degradada domina a imagem acima. O Sol está brilhando da esquerda (oeste) e ilumina de forma intensa as partes íngremes da parede. Muitas pequenas crateras aparecem formando de forma aproximada uma linha do topo até a base da cena, a aproximadamente um terço da largura da imagem desde a sua borda esquerda. As pequenas crateras ocorrem em grupos e algumas delas têm uma forma alongada. Essas características sugerem que as pequenas crateras são resultados de impactos secundários, e que são formadas pela chuva de material ejetado expelido pela cratera primária no momento de sua formação. Esse material ejetado atingiu a superfície nesse ponto e formou aglomerados de material. Essas correntes lineares de material ejetado são responsáveis pelos raios brilhantes visíveis ao redor das jovens crateras de impacto. De fato, esse raio em particular provavelmente se originou na cratera Kuiper, que está localizada a aproximadamente a 360 km a norte.

Fonte:

http://messenger.jhuapl.edu/gallery/sciencePhotos/image.php?page=1&gallery_id=2&image_id=850

Sérgio Sacani

Sérgio Sacani

Formado em geofísica pelo IAG da USP, mestre em engenharia do petróleo pela UNICAMP e doutor em geociências pela UNICAMP. Sérgio está à frente do Space Today, o maior canal de notícias sobre astronomia do Brasil.

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