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A Nebulosa do Véu

A mais de 15000 anos atrás, os filamentos gasosos da Nebulosa do Véu (NGC 6960/92-95) pertencia a uma estrela massiva prestes a explodir. Quando essa estrela então explodiu como uma supernova, a estrela deve ter brilhado mais forte do que uma Lua Crescente nos céus da Terra. Infelizmente não existe nenhum registro desse evento. A Nebulosa do Véu contém dois segmentos principais. O segmento chamado de NGC 6960, na parte direita da imagem, passa pela estrela 52 Cygni, que brilha com magnitude 4.2. A estrela aparece em primeiro plano desconectada da remanescente de supernova. A NGC 6960 segue fina e nítida para a parte norte como uma faixa brilhante de um grau de comprimento. À medida que ela se alarga para o sul ela passa pela 52 Cyg, uma linha escura que espalha a nebulosidade. O segmento mais brilhante da Nebulosa do Véu, chamado de NGC 6992/95, na parte esquerda da imagem, localiza-se a 2.7? a nordeste da 52 Cyg. Com um aumento médio, por volta de 100x a nebulosa se apresenta em numerosos pedaços. A imagem acima foi feita através de um telescópio refrator apocromático Takahashi de 4 polegadas FSQ-106, com uma câmera Canon T2i DSLR, ISO 1600, para conseguir esse resultado final, três imagens com 5 minutos de exposição cada uma foram empilhadas.

Fonte:

http://www.astronomy.com/en/Multimedia/Picture%20of%20Day.aspx

Sérgio Sacani

Formado em geofísica pelo IAG da USP, mestre em engenharia do petróleo pela UNICAMP e doutor em geociências pela UNICAMP. Sérgio está à frente do Space Today, o maior canal de notícias sobre astronomia do Brasil.

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