A Gaivota e o Pato, Duas Nebulosas Impressionantes

Vistas como uma gaivota e um pato, essas nebulosas não são os únicos objetos cósmicos que evocam figuras que voam. Mas ambas estão voando nessa imensa paisagem celeste que se estende por quase 7 graus no céu da Terra na direção da constelação de Cão Maior. A grande gaivota (no canto superior esquerdo) é composta por duas das maiores nebulosas de emissão catalogadas. A mais brilhante é a NGC 2327 que forma a cabeça da gaivota, sendo o corpo e as asas formados pela nebulosa mais difusa IC2177. A envergadura da gaivota tem impressionantes 250 anos-luz de comprimento e a nebulosa está a aproximadamente 3800 anos-luz de distância. No canto inferior direito, o Pato aparece muito mais compacto se espalhando por 50 anos-luz com uma distância estimada de 1500 anos-luz. Atingido por ventos energéticos de uma estrela central, quente e extremamente massiva, o Pato é catalogado como sendo a NGC2359. Observando com calma pode-se notar que o corpo e as asas do pato também poderiam receber outro nome lendário na Terra – O Martelo de Tor.

Fonte:

http://apod.nasa.gov/apod/ap100319.html

Sérgio Sacani

Sérgio Sacani

Formado em geofísica pelo IAG da USP, mestre em engenharia do petróleo pela UNICAMP e doutor em geociências pela UNICAMP. Sérgio está à frente do Space Today, o maior canal de notícias sobre astronomia do Brasil.

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