Vênus E Júpiter Mudam A Órbita da Terra A Cada 405 Mil Anos – Space Today TV Ep.1247

Space Today
12 maio 2018

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As rochas na Terra, preservam registros de um grande número de processos pelo qual o nosso planeta passa, evolução, extinção, catástrofes, mudanças climáticas, e até mesmo configurações planetárias.

Existe no nosso planeta, para quem não sabe, os chamados Ciclos de Milankovitch.

Um deles é a cada 23 mil anos, que é uma variação da Terra no seu próprio eixo.

Existe o ciclo de 41 mil anos, relacionado à inclinação do eixo da Terra.

Existe o clico de 100 mil anos, relacionado com a excentricidade orbital.

Todos esses ciclos são muito bem estudados e estabelecidos com base em registros sedimentares e em estudos glaciológicos.

Porém, em teoria existe um outro ciclo, o ciclo de 405 mil anos, esse faz com que a órbita da Terra se altere graças a atração gravitacional de Júpiter e Vênus.

Se todos os outros ciclos estão registrados nas rochas esse também deveria estar.

Mas até agora nenhuma evidência tinha sido achada sobre o ciclo de 405 mil.

eu disse até agora, porque agora encontraram.

Esses ciclos alteram muito o clima da Terra, e essas alterações ficam marcadas nas rochas.

Um grupo de geólogos então estudando a Bacia Newark encontrou em rochas sedimentares, ciclos de mudanças climáticas que se ajustam perfeitamente com o ciclo de 405 mil anos previsto pelos modelos astronômicos.

Além disso, essa descoberta também confirma a estabilidade desse ciclo pelos últimos 215 milhões de anos.

E com isso, os astrônomos agora podem de forma melhor modelar o movimento e a posição dos astros.

Isso é algo inédito, pela primeira vez na história se tem uma evidência concreta desse cilco de 405 mil anos.

Outra aplicação importante, quando os astrônomos rodam seus modelos, os modelos falham em 50 milhões de anos. Agora com essa descoberta eles terão os limites inferior e superior e poderão rodar seus modelos sem problemas por 200 milhões de anos.

Esse trabalho é muito interessante, além de todo o ineditismo já falado, pois ele mostra como o registro geológico pode ser um mundo novo de dados empíricos que permite testar a teoria de larga escala do sistema solar.

Fonte:

https://www.earthmagazine.org/article/geologic-evidence-confirms-existence-405000-year-milankovitch-cycle

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