This new image from Hubble’s Wide Field Planetary Camera 2 showcases NGC 1501, a complex planetary nebula located in the large but faint constellation of Camelopardalis (The Giraffe). Discovered by William Herschel in 1787, NGC 1501 is a planetary nebula that is just under 5000 light-years away from us. Astronomers have modelled the three-dimensional structure of the nebula, finding it to be a cloud shaped as an irregular ellipsoid filled with bumpy and bubbly regions. It has a bright central star that can be seen easily in this image, shining brightly from within the nebula’s cloud. This bright pearl embedded within its glowing shell inspired the nebula’s popular nickname: the Oyster Nebula. While NGC 1501's central star blasted off its outer shell long ago, it still remains very hot and luminous, although it is quite tricky for observers to spot through modest telescopes. This star has actually been the subject of many studies by astronomers due to one very unusual feature: it seems to be pulsating, varying quite significantly in brightness over a typical timescale of just half an hour. While variable stars are not unusual, it is uncommon to find one at the heart of a planetary nebula. It is important to note that the colours in this image are arbitrary. A version of this image was entered into the Hubble’s Hidden Treasures image processing competition by contestant Marc Canale. Links  Marc Canale on Flickr

Nebulosa planetária NGC1501

Space Today
7 set 2016

This new image from Hubble’s Wide Field Planetary Camera 2 showcases NGC 1501, a complex planetary nebula located in the large but faint constellation of Camelopardalis (The Giraffe). Discovered by William Herschel in 1787, NGC 1501 is a planetary nebula that is just under 5000 light-years away from us. Astronomers have modelled the three-dimensional structure of the nebula, finding it to be a cloud shaped as an irregular ellipsoid filled with bumpy and bubbly regions. It has a bright central star that can be seen easily in this image, shining brightly from within the nebula’s cloud. This bright pearl embedded within its glowing shell inspired the nebula’s popular nickname: the Oyster Nebula. While NGC 1501's central star blasted off its outer shell long ago, it still remains very hot and luminous, although it is quite tricky for observers to spot through modest telescopes. This star has actually been the subject of many studies by astronomers due to one very unusual feature: it seems to be pulsating, varying quite significantly in brightness over a typical timescale of just half an hour. While variable stars are not unusual, it is uncommon to find one at the heart of a planetary nebula. It is important to note that the colours in this image are arbitrary. A version of this image was entered into the Hubble’s Hidden Treasures image processing competition by contestant Marc Canale. Links  Marc Canale on Flickr

-Elis Lopes

Essa imagem foi registrada pela Hubble’s Wide Field Planetary Camera 2, a câmera responsável por muitas das maravilhosas imagens do telescópio. É conhecida pelo apelido de Nebulosa da Ostra (mais formalmente NGC1501), uma nuvem incandescente a 5000 anos-luz de distância da Terra na constelação de  Camelopardalis.

A nebulosa da Ostra é um tipo de objeto cósmico essencial, uma nuvem gigante de poeira e gases eletricamente carregados.

Nebulosas são muitas vezes brilhantes, como visto aqui, pela radiação de uma estrela próxima. No caso da nebulosa da Ostra, a estrela pode ser vista como um ponto amarelo-laranja no centro da nuvem turquesa, assemelhando-se a pérola preciosa da ostra.
Esta é uma nebulosa planetária, o que significa que foi criada quando a sua estrela progenitora - a "pérola" - jogou suas camadas exteriores de gás para o espaço. Esta estrela é tão notável como a bela estrutura que a rodeia. É uma estrela pulsante, o que significa que o seu brilho varia regularmente e periodicamente. No caso da NGC 1501 essa variação da estrela progenitora, é incrivelmente rápida, o brilho da estrela muda significativamente em apenas meia hora.
A complexidade da estrutura interna de nebulosa da Ostra é claramente evidente nesta imagem detalhada, aparecendo quase alada ou espumante. Os astrônomos têm modelado este objeto em 3D e achava-se que fosse uma nuvem de forma irregular cheia de estruturas irregulares e acidentadas, como nós e bolhas de gás e aglomerados de poeira, tudo juntos.
Estas observações de luz visível capta o brilho dos gases, incluindo hidrogênio e nitrogênio. As cores brilhantes mostradas aqui são arbitrárias. Uma versão desta imagem entrou  na competição de processamento de imagens Hubble's Hidden Treasures (Tesouros Ocultos do Hubble) em 2012 pelo participante Marc Canale.

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Fonte: ESA

 
 
 
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